21/11/09

Nokia lança Music Store brasileira

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João Gordo já baixou tanta música pelo celular que enjoou. “Foram mais de 8.000”, diz. O músico e apresentador recebeu um aparelho da Nokia para experimentar a Music Store, que chega neste mês ao Brasil.

“Baixei o disco novo do Slayer, que é maravilhoso. O do Alice in Chains também. É fácil de mexer [na loja], encontrei muita coisa”, diz o músico. “Faço download do que é gratuito. Pesquiso, ouço e vou atrás do vinil. Eu sou de uma outra geração e gosto da coisa física.”

Já o cantor Supla vê na loja uma possibilidade de negócios. “É uma forma de os músicos divulgarem seus trabalhos, de serem pagos. A nova geração acha que não tem que pagar por música, mas o músico também tem que ganhar”, diz o músico, que espera que sua banda, a Brothers of Brazil, ganhe espaço.

A Nokia Music Store, presente em 25 países, chega ao Brasil com um acervo de 5,3 milhões de músicas, divididas em 18 estilos musicais -aproximadamente 30% é composto de nomes nacionais. As músicas são disponibilizadas a partir de acordos com grandes gravadoras como Sony e EMI e, também, com selos independentes, como Matador Records. No Brasil, diz a Nokia, foram feitas parcerias com cerca de 200 gravadoras e selos, como Biscoito Fino, Som Livre, Trama e Tratore.

O formato das músicas é o WMA, em qualidade de 192 Kbps. Qualquer faixa sai por R$ 2,50 –alguns discos baixados inteiros saem por R$ 25.

As faixas baixadas podem ser acessadas em computadores e celulares.

O objetivo da Nokia é pretensioso: “Queremos ser o maior vendedor de música digital do mundo (até 2012)”, afirma Adrian Harley, gerente de música da Nokia Brasil. “Quando falamos em maior, parece assustador, mas temos 38% de participação no mercado, há 1,1 bilhão de pessoas com um aparelho Nokia nas mãos.”

Harley afirma que a Nokia também quer criar um mercado de música digital, gerando receitas para os criadores. “Criar novas receitas para artistas, gravadoras, dar uma chacoalhada no mercado de música, que precisa disso. Especialmente no Brasil, em que o mercado ainda engatinha.

Fonte: Folha Online

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