03/06/11

Super molas estão se tornando uma fonte de energia

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Uma mola é capaz de produzir energia assim que pressionada, esta energia fica acumulada por todo o corpo da mola até que você a solte, fazendo assim com que a mesma libere energia no sentido contrário do qual você pressionou. Usando este conceito pesquisadores norte-americanos descobriram uma forma de armazenar esta energia produzida por uma mola. É como o velho conceito daquelas lanternas movidas à energia mecânica, assim que ficamos fazendo pressão por repetidas vezes sobre o botão, através de engrenagens ele consegue transformar energia mecânica que você gerou em energia elétrica, fazendo com que a luz acenda.

Este é basicamente o conceito usado em carros elétricos, a energia gerada por uma bateria é passada para os motores, onde dentro dos motores há dispositivos capazes de tranformar novamente a energia mecânica em energia elétrica, porém com perdas repentinas de energia. Porém faria mais sentido se esta perda de energia fosse reaproveitada com as super molas, ao invés de perdida.

As chamadas “super molas” são feitas de nanotubos de carbono. Imagine o quão eficiente seria se fizessemos tapetes com este tipo de mola, agora você os distribuiría pela casa e com algumas passadas das suas visítas você teria energia o suficiente para alimentar sistemas de alarme e de iluminação, podendo também suprir energia em situações de emergência.

Os nanotubos de carbono podem armazenar densidades de energia muito elevadas, até 1.000 vezes maiores do que as molas de aço tradicionais, superando até mesmo as baterias de lítio, o que seria MUITO bom, visto que as baterias e pilhas tem sido um grande problema ambiental desde que foram criadas.

Mutio diferente das baterias convencionais, que demoram para recarregar ficam viciadas após um grande periodo de ciclos de carga e descarga, a energia das super molas permanece constante: uma vez “carregadas”, estas ficarão carregadas por um tempo indefinido. O grupo está agora aprimorando as técnicas de fabricação de suas super molas de nanotubos de carbono. A boa notícia é que ja temos super molas de nanotubos, agora o problema é que por enquanto elas só conseguem fazer um relógio de pulso funcionar, vamos torcer e ver até onde poderemos chegar na produção e armazenamento de energia.

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